Resíduos de sabão
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Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

A CCDR-Algarve deu agora a conhecer a página na Internet, na qual se encontra informação sobre os parceiros e os produtos do projeto ECRESHOT, e ainda sobre os eventos que decorrem na região relacionados com a Agenda Regional de Transição para a Economia Circular, que coordena.

O projeto Economia Circular e Resíduos de Sabonetes de Hotelaria (ECRESHOTO) foi criado no âmbito da Agenda Regional para a Economia Circular em 2018, associado ao programa Interreg VA España-Portugal (POCTEP), que apoia e promove projetos de cooperação transfronteiriça com o apoio da União Europeia.

É liderado pela CCDR Algarve, visa «conhecer as quantidades de resíduos de sabonete e de outros tipos de resíduos (tais como os bio resíduos, os resíduos têxteis, os móveis e eletrodomésticos) que resultam da atividade hoteleira», e tenta identificar parceiros no tecido empresarial da região que demonstrem interesse em valorizar esses resíduos e produtos, «promovendo um modelo de negócio inovador que integre o seu potencial de circularidade».

Dadas as características comuns entre a região do Algarve e da Andaluzia, a comissão de coordenação considerou vantajosa a adoção de uma estratégia comum, em particular com a província de Huelva, e estabeleceu contactos de parceria com a Diputación Provincial de Huelva, estendendo a parceria ao NERA- Associação Empresarial da Região do Algarve.

A expectativa, no final do projeto, é que, a par do contributo do setor do turismo para a Agenda Regional da Economia circular no Algarve, possa ser conhecida a «quantidade de resíduos produzida, atingir um nível elevado de separação e transporte para destino adequado e promover a sua valorização».

Aquele organismo da Administração Pública, dirigido por José Apolinário, pretende incentivar a criação de novas empresas de gestão de resíduos, a reconversão de outras já existentes no Mercado, promovendo a «responsabilidade ambiental e social da Hotelaria e dos Operadores de Gestão de resíduos intervenientes no processo, na região do Algarve e da Andaluzia».

A CCDR faz notar que, ao tratar-se de um projeto participativo, «é essencial o contributo dos agentes da hotelaria e alojamento, bem como dos operadores de gestão de resíduos da região».

Para conhecer os dados quanto à quantidade, tipologia e encaminhamento dado aos resíduos durante o ano de 2019 na região do Algarve, foi preparado um questionário que está disponível para preenchimento na Plataforma.

Página da Internet divulgada pela CCDR

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