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Novo resort turístico em Castro Marim

Maqute Verde Lago
Maquete
Parado há mais de duas décadas por constrangimentos vários o projeto de um resort turístico Verdelago parece ter ganho um novo impulso com a passagem para o fundo de investimento Aquarius, gerido pela Oxy Capital.

A construção recomeçou e o investimento pode atingir 270 milhões de euros. As contrapartidas ao município de Castro Marim foram atualizadas, as pagas e as suportadas pela promotora, que diz terem atingido mais de sete milhóes de euros, em parte já pagos ou aplicados em diversas obras de infraestruturas públicas. Uma delas a construção do emissário submarino de ligação ao mar das águas pluviais, em Altura. Nas previsões está a construção de uma rotunda na EN125, na zona que dá acesso à Praia Verde, a qual não tem sido autorizada pelas autoridades governamentais..

A primeira fase do projeto terá 102 unidades residenciais turísticas e o total será de 537 unidades de alojamento, 340 casas turísticas e 197 quartos, no futuro hotel de cinco estrelas que integrará o resort. O complexo abrange 74.000 metros quadrados de área total de construção em 86 hectares de terreno, correspondentes a um índice de construção de 8,7% . Indica-se que será envolvido em 70 hectares de espaços verdes, incluindo um parque verde e de lazer com mais de 42 hectares e uma reserva natural frente ao mar com 24 hectares.

O que a Verde Lago promete de contrapartidas

Com o objetivo de reduzir significativamente o impacto na natureza, assume o compromisso de criar um santuário natural para as mais de 110 espécies diferentes de animais identificados no local, tendo já plantado cerca de 600 árvores autóctones, dentro do objetivo de o número de espécies arbóreas equivaler às camas que estão previstas, ou seja, 2020. Não vai ser construído o campo de golfe previsto no projeto inicial, para dar lugar ao parque natural.

A Verdelago afirma que vai ter uma unidade autossuficiente em termos energéticos, estando prevista a instalação de uma central fotovoltaica com capacidade para produzir anualmente uma quantidade de energia superior às necessidades de consumo do empreendimento. O projeto contempla também soluções para uma maior eficiência no que toca à mobilidade, ao consumo de recursos hídricos e à gestão de resíduos. No processo de construção é dada ainda primazia a uma economia circular, com recurso a mão-de-obra, materiais e bens locais.

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